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Entrevista com Aonuma e Shikata revelou novas curiosidades sobre Tri Force Heroes

Segundo eles, a referência no jogo de A Link To The Past se tratou apenas de coincidência

Recentemente, em uma entrevista conduzida pelo site Game Informer com a participação do diretor de Tri Force Heroes, Hiromasa Shikatao produtor da série Zelda, Eiji Aonuma, novas curiosidades sobre o mais recente jogo da franquia foram reveladas.

Eles discutiram brevemente a inclusão de uma voz para a Princesa Styla em um dos previews americanos. Segundo Aonuma, a Nintendo japonesa não teve participação nessa decisão. Devido à falta de preocupação por parte da Nintendo do Japão, a filial americana teve livre acesso sobre a forma como os previews seriam compilados e dublados.

Confira a citação completa:

Game Informer: A princesa Styla fala longamente em um trailer on-line, o que é estranho para uma princesa Zelda. Você estava envolvido na decisão ou seleção de dar uma voz para ela?

Aonuma: Na verdade, não! A Nintendo do Japão não teve nada a ver com o plano de marketing norte-americano. Nós não tivemos nenhuma influência ou envolvimento sobre isso. Eu me lembro de ter uma discussão, porém, sobre a possível narração do rei Tuft em um trailer japonês. Eu perguntei para a equipe, "Por que não usamos o rei falando no trailer americano?". E as pessoas que estavam na discussão disseram: “Não, não, nós realmente achamos que a princesa desempenha um papel melhor para isso”, então eu disse: " Bem, se você insistem, vão em frente.”

Em uma das outras perguntas, Aonuma e Shikata foram questionados se a equipe de Tri Force Heroes usou o mesmo método de desenvolvimento que foi utilizado em Majora’s Mask.

Para aqueles que não sabem, o desenvolvimento de Tri Force Heroes teve semelhanças com o de Majora’s Mask, pois uma grande quantidade de material de Ocarina of Time foi utilizado no desenvolvimento de seu sucessor. Segundo Shikata, Tri Force Heroes não teve exatamente o mesmo aproveitamento de seu antecessor como Majora’s Mask, a ideia para Tri Force Heroes teve inicio logo após a conclusão de A Link Between Worlds.

Confira:

Shikata: Quando terminamos A Link Between Worlds, olhamos para o motor do jogo e o Sr. Aonuma conversou com a equipe sobre o desejo de criar um jogo multiplayer de Zelda, para isso analisamos se o sistema que tínhamos era algo que poderia ser usado para atingir esse objetivo. Assim, isso se tratou mais do que apenas elementos de arte, e sim sobre fazer um sistema que já tínhamos, trabalhar com essa ideia.

Por último, muitos já devem ter notado um herói com um traje semelhante ao de Link e com cabelo rosa do lado de fora da entrada do castelo de Hytopia. A maioria dos fãs da série automaticamente pensou que se tratava de uma referência ao herói de A Link to the Past. De acordo com o diretor Hiromasa Shikata, não é o caso nesta situação. Shikata afirmou que o herói de cabelo rosa que está na frente do castelo não é uma referência e qualquer semelhança é mera coincidência. 

Segue a explicação completa:

Shikata: Nós realmente não pensamos sobre ele ser um personagem retrocesso, se você olhar para o modo como seu cabelo está dividido, suas orelhas e costeletas, ele não tem as características determinantes pelas quais poderia ser considerado um herói em The Legend of Zelda. O cabelo de um herói é sempre separado da mesma forma, as mesmas orelhas pontudas, etc. Se você olhar, o seu design é um pouco diferente, quanto ao cabelo rosa, eu acho que foi apenas uma escolha aleatória.

Newsposter, fã de Zelda há 18 anos. Desenhista e youtuber nas horas vagas, gamer, cosplayer e otaku de longa data.

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