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Cinco vezes Zelda - O Zelda Day 2015 completando aniversário trazendo as melodias mais belas de Hyrule.

No sábado, dia oito de agosto, amanheceu mais um belo dia no reino mágico de Hyrule, ou será do Rio de Janeiro? Não costumamos lutar contra monstros ou dormir na lama, mas costumamos nos reunir no evento mais Hyruleano das terras cariocas. Seja para ouvir nossas canções favoritas, comprar poções das velhinhas ou mesmo discutir qual cor da roupa do Link é mais legal, nós estamos falando, é claro, do famoso Zelda Day, que neste ano completou 5 anos de existência levando as mais belas canções de Hyrule aos nossos pontudos ouvidos.

O evento, como nas edições anteriores, ocorreu também na praça General Osório, na zona sul do Rio de Janeiro, reunindo os mais diversos fãs, vendedores, teóricos e a banda. A famosa banda carioca concorrente da Indigo Go’s começou a tocar a partir das 15:00 e durante aproximadamente umas 2:30 tocando dos temas desérticos dos Gerudos as canções férreos de Spirit Tracks.

O evento também foi grande encontro pros novos colunistas do site,este que escreve, a Raquel e a Cláudia, mesmo que de forma separada, nos encontramos em horários diferentes (acredito ser culpa da canção do “double song time”. Eu e a Cláudia, minha companheira de redação, e mais um pessoal mais velho do fórum fomos nos encontrando, um por um, até formar uma pequena roda de conversa e discussão, quando fomos dar uma olhada nas vendinhas.

Aí começa a parte chata: comparado ao Zelda Day de 2014, este tinha menos vendinha, menos variedade de produtos. O pessoal – tanto vendedores, como compradores – começaram a chegar já pelo final do evento, por volta de 16h, e a seleção era a esperada: muitos artesanatos de bottles com poções, um vendedor Lon Lon Milk, muitos pôsteres, alguns bonequinhos. Havia vendinhas de arcos (reais!) e também uma de trabalhos em madeira, como escudinhos ou brasões. O destaque, na visão da Cláudia ficou na Rosa Bordados, que vendia camisas pólo com o bordado profissional, com o meu destaque ficando para os posteres.

Com a falta de outras vendinhas em variedade e quantidade, logo não havia mais o que se ver na Praça General Osório. No Zelda Day de 2014, o que segurou muita gente lá, acredito, foi o evento da Batalha Campal, e isto fez falta nesta edição. O que sobrou foi jogar conversa fora, mas muitos o faziam próximos à banda, abafando o barulho.

Legal foi ver que até tinha bastante gente de cosplay. Vi Dark Links, Links vermelhos e um Link de Skyward Sword por lá. Vi também turistas estrangeiros parando para ver o que estava acontecendo. Acredito que, no final das contas, quem se destacou foram todos os produtores de fan-material da série – a banda, os artesãos, os pintores, todos eles.

No final do evento,mesmo após uma longa discussão sobre o fato de haver duas Triforces da Coragem na Child Timeline e como o Ganondorf conseguiu a Triforce do Poder em Twilight Princess, acabou ficando aquele gostinho que quero mais, muito talvez do meu próprio hype com o evento do ano passado (a E3 desse ano e o Metroid Federation Force me mandam lembranças) mas nada que não deixe triste, até porque é impossível ficar triste quando um evento toca o tema do Great Sea na playlist do evento!

Eu sou o cara não-tão-novo que escreve textos de Zelda e que fala mal dos controles de movimentos. Faço Matemática na UFRJ e algumas vezes sou encontrado por lá com meu chapéu de Ezlo e tentando convencer pra outras pessoas que The Legend of Zelda é uma série ótima.

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